Toda a luz que não podemos ver
E é, justamente, neste idílico cenário de guerra, que os caminhos de Marie e Werner acabam por se cruzar, devido à paixão que ambos nutrem por um programa radiofónico.
Baseado no romance homónimo de Anthony Doerr, esta série da Netflix é, no fundo, um drama histórico, emotivo e envolvente, com uma magnífica interpretação da estreante atriz norte-americana, Aria Mia Loberti, que, tal como a personagem, tem a particularidade de ser invisual. Conta ainda com as participações dos atores Mark Ruffalo (pai de Marie) e Hugh Laurie (tio de Marie) nos principais papeis.
E, já agora, mais uma nota: aconselho a prepararem os lenços, uma vez que o final desta série de época é intenso e emocionante.
"Tudo tem uma voz. Só tem de a ouvir"
- Marie Leblanc
Veja o trailer aqui
Parece-me ser muito boa e intensa. Fiquei curiosa
ResponderEliminarÉ mesmo boa Beatriz. Vai por mim. Aconselho-te a ver. São só quatro episódios e o final é emocionante. Eu adorei a série e coloco-a, sem dúvida, no top de preferências.
EliminarVi aqui esta tua sugestão e não resisti, fui ver, e fiquei verdadeiramente apaixonada! Muito bom! E mais, o conteúdo poético dos diálogos é excepcional.
ResponderEliminarSem dúvida uma sugestão que é mesmo para seguir, como hábito aqui nas "Crónicas disto e daquilo".
Obrigada pela partilha, Pedro!
Beijinhos vizinho
Ainda bem que gostaste Mafalda! Esta série tem, de facto, um alto conteúdo poético, tão ao teu gosto , e deixa-nos apontamentos literários como os das "Vinte mil léguas submarinas". E mais comovente é, sabendo que a protagonista é invisual na vida real. Obrigado pelo teu comentário, pois a tua opinião também é importante e lida por outros que ainda não viram a série. Beijinhos amiga vizinha!
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